Vai ver o cupido dela não goste de você.
Orquestrando. (via rainedd)

(via sombroso)


“Cala a boca.” “Vem calar.” “Mamãe ensinou à nunca mexer no lixo.”


(via sombroso)


(via allaxg)


(via sombroso)


(via depreendido)


Dei asas à minha imaginação e quando alcei voo não quis mais repousar meus pés no chão. Criei um mundo imaginário tão minuciosamente preparado que o chamei de lar. Não aceito visitas e não preciso de limpezas semanais: tudo que não me serve ou não se encaixa jogo para baixo do tapete e se transforma em poeira estrelar. Aceito visitas, desde que venham com um bom livro, uma boa prosa e um sorriso no rosto. Não permito que lamúrias e prantos adentrem em meu lar, que fiquem nas esquinas escuras do mundo, ou que vão outros cantos visitar. Meu mundo está nas palmas de suas mãos, ao alcance de seus olhos, nas palavras doces que rodeiam seus lábios, e não preciso de muito para torná-lo tão real, a ponto de me perder em meus labirintos. Peço que não invada meu pequeno Plutão nessas galáxias de Saturnos e Júpiteres. Não venha pisotear as costas calejadas do meu chão labiríntico por uma simples aventura. Venha, se perca e nunca mais ache a saída. Abra a portinha miúda e delicie-se, chegue perto de mansinho, tire seus sapatos para não trazer resquícios daquele doentio cubículo em que vivias. Chacoalhe seus vestidos vislumbrantes e delicie-se ao som de Celtic Swing, traga por entre os panos avermelhados de seus lábios carnudos e carnívoros Dom Casmurro. Derrame o que há dentro desses olhos esverdeados, conte-me o que te aflige, meu bem. Em seguida, correremos por entre essas florestas alaranjadas que se parecem com suas bochechas enrubescidas. Suje seus pés com esta terra, não há problema. Atire-se do alto da cachoeira e exploda com as estrelas. Mais tarde dançaremos acompanhados da Cigana. Mas se por alguma ventura desejares sair, feche a porta devagar e não faça barulho. Sua ausência pode desmoronar meu mundo.
Escritor de Lanchonete e Severinar. (via incolumo)

(via incolumo)


— Vamos nos ver de novo?
— Claro.
— Amanhã?
— Paciência, Gafanhoto — aconselhei — Assim vai parecer que você está ansioso demais.
— Exatamente. Foi por isso que falei “amanhã”. Quero ver você de novo hoje à noite. Mas estou disposto a esperar a noite toda e boa parte do dia de amanhã…
A Culpa É das Estrelas (via depreendido)

(via depreendido)


(via sombroso)